(versão 95m- série " Salshity")
Tem causado alguma celeuma as descrições fidedignas do mito fundador da pocilga que é (continua a ser) AbundÂnsia. Não querendo monopolizar a descrição do nosso passado histórico acedi recorrer à opinião sempre esclarecedora do petas nuestro hermano saraivada que tinha sido vacinado pelo comentador PAULA em 22 de setembro de 2003).
Assim, e decalcando a transpirada síntese da primeira dinastia, a da vergonha como por certo sabeis, diz-nos o esclarecido “(...) que os reis sucediam-se uns aos outros desavergonhadamente. Quando um deles esticava o pernil (ó fumado saboroso), logo outro lhe sucedia com os seus roncos dinásticos.
Ao primeiro rei, Monkos I de cognome O Porco (o alegre conquistador), seguiu-se o segundo filho do primeiro Móinkancho I. Este foi um acérrimo defensor da procriação desbragada tendo ficado para a posteridade como O Suinifecundador (pois queria emporcalhar o reino, e consegui-o).
O terceiro, Monkos II, achou que não havia muito a fazer e limitou-se a enfardar uns presuntinhos em fatias protegidos por pão (naturalmente que só a transmissão oral permitiu que este facto chegasse incólume aos nossos dias). Logo ficou conhecido como A Badalhoca.
O quarto era um fervoroso discípulo do Jesusto: espalhava os seus roncos para assim assustar os infiéis (cognome O Tripa Enfarinhada).
O quinto gostava de almoçar em cantinas (cognome O Azias).
O sexto transformou o país numa horta, com umas árvorezitas de permeio, e por isso ficou conhecido como O Saladas de Leirióink.
O sétimo e o oitavo foram isso mesmo (O Morcela e O Túbaros).
O último, de seu nome, FernandÓink ficou para sempre Formoso. O seu legado: os produtos Lânkoink.
Com esta herança a AbundÂnsia só podia ser escassa!”.
Óink! Óink!
Apareceu no reino da abundância, uma rapariga, que não se conseguia adaptar.
Essa rapariga começou devagarinho a odiar todos os oinks, e a pensar o que deveria fazer, apenas porque os detestava.
Calçou as suas chuteiras, e foi pontapetear o que lhe aparecia à frente.
De repente apareceu um oink todo gorducho e com uma bunda bem redonda.
A rapariga com uma súbita inspiração, puxou a perna atrás, ganhou balanço, e deu o mais belo pontapé da sua vida no traseiro daquele gorducho oink.
A partir daí o único prazer que ela tinha, era chutar as bundas dos oinks.