Mais Óinkinhos, um!
É o terceiro mas ficou para a posteridade como Óinksete. Não há registos sobre a restante leitoada (o efectivo terceiro e do quarto ao sexto bácoróinkinho).
A sua efémera existência, porque a esperança de vida no dealbar do mundo pocilguento não era de todo comparável à dos nossos dias, não trazia tantas complicações à segurança social e aos demais cálculos... mas estes nunca se reformam. O pior mesmo foi quando este bácoróink se apatanhou com uma calculadora: grunhindo de satisfação pela posse de tão temível instrumento do poder, logo assumiu a responsabilidade das finanças do condado AbundÂnsialense.
E o pequeno Óinkinho decorou a sua pocilgazinha com flores: o arquétipo do monumento ao futuro do porco.
(Reproselitação com acrescentos ao início da sequela – génese g583)
Publicado por anjoturvélico em março 25, 2004 07:29 PM