dezembro 30, 2003

Não é Anovóink

(versão 383az - série "Salshity")
Os Óinks agradecem reconhecidamente a todos quantos peregrinaram até ao seu país. Fazem votos sinceros para que o 2004 dos caríssimos visitantes decorra sob os melhores auspícios acrescentando, ainda, o seguinte: seja feliz!

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dezembro 27, 2003

A DVL está controlada

(versão 366ax - série "Salshity")
Mais uma chacina perpetrada contra os indefesos quando ainda por cima está mais do que provado que a doença vesiculosa dos lusos (DVL) não representa perigo para a saúde dos Óinks. Para além do abate indiscriminado a que foram sujeitos alguns dos súbditos antepassados do régio-pinhal ainda poderão ser compensados financeiramente pela outra comunidade... E que vozes se levantam contra o suínoterrorismo? Contra esta rivalidade histórica? Jazem em valas comuns os que já não podem mais roncar (ou aparecerão mais logo na televisão?).

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dezembro 26, 2003

Nero dos óinks

(versão 359ay - série "Salshity")

(dedicado ao chamuscado óink que de helicóptero soube captar o desaparecimento da boloteria nacional)

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dezembro 25, 2003

300 ac

(versão 355aw - série "Salshity")
Ainda antes, muito antes... e nós arrepiadinhos por não decorarmos a nossa rósea existência durante todos estes dois últimos mil anos a bem da verdade histórica. Despojado assim entre os lídimos representantes da humanidade, entre o jumento e o boi, preteridos uma vez mais e sempre, para gáudio dos magóinks, o suinicultor-mor...
Verdadeiro arauto do anti-pró, deixando-se fenecer por mor de todos... todos? E nós os Óinks? Nem para acólitos, desculpa só para os viciados que expiam os pecados da gula consolando-se com partes dum todo: o mesmo de sempre.

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dezembro 22, 2003

Não é Natal

(versão 337ay - série "Salshity")

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dezembro 20, 2003

No natal

(versão 327av - série "Salshity")
São tristes estes dias que antecedem o Natal... para a comunidade oinkiana. Não se contentando em subjugarem-nos como adereços presépianos... aqueles que fazem companhia aos outros mais animais, ainda... há ainda quem os pendure naquelas árvores que se dizem de Natal mas que são de todos os dias. E só são de Natal porque as enfeitam com toda a quinquilharia achinesada a poucos euros e para as distinguirem das demais atiram-lhes para cima com os pequenos e indefesos bio-bácoros... espelho da festa em família? E pior que todas as tradições só o golpe final e pouco misericordioso: os pequenos óinks desprovidos do facto de também terem nascido servirem de repasto na noite da conso(l)ada degustação.

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dezembro 14, 2003

A salsicha foi capturada

(versão 312au - série "Salshity")

Notícia de última hora

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dezembro 13, 2003

A autodeterminação da salsicha

(versão 306at - série "Salshity")
Factos tristes estes que vos relato. Uma das últimas intentonas contra o actual regime (e único) fracassou. Todos os revoltosos foram implacavelmente chacinados. O detentor vitalício do poder, o nosso mui hostil Rei Monkos I, aplacou ainda mais a sua ira ao condenar os já fenecidos a um cruel destino consumista. Metade dos revoltosos conheceram os fornos e dos restos dos demais surgiu a salsicha. É esta quase-invenção, é este aproveitamento canibalesco dos restos pútridos da contenda que os historiadores ignoram. Triste fim este... o da revolução ensalsichada.

Publicado por anjoturvélico em 04:43 PM | Comentários (1)

dezembro 10, 2003

Em rolando para além-mar

(versão 296as - série "Salshity")
Em rolando por esse continente todo fora... os nossos antepassados (e por que não antepresentes e infelizmente antefuturos e pronada também) que a toque de caixa dos povos a norte lá nos obrigaram a desembocar nestas remotas paragens. Com o oceano a amparar-nos a diáspora...
Mas não nos fazendo rogar que a ABundÂnsia não é para todos partiremos à descoberta do imundo pocilguento. Aos afagos das biqueiras bem pousadas em nossos róseos traseiros retorquimo-lhes com a procura além-mar da desventura por assim sermos. Óink!

Publicado por anjoturvélico em 10:46 PM | Comentários (0)

dezembro 07, 2003

Novidade de Natal

(versão 283ar - série "Salshity")
Alegrem-se todos quantos ambicionavam surpreender o receptor das tão datadas prendas de Natal: é que vai ser possível por uma quantia irrisória oferecer um Óink a falar o quase português de todos os dias!

Já imaginaram? Tê-lo ali ao alcance da mão, só ter o trabalho de o embrulhar. E apesar de ser menos barato que aqueles papéis tingidos de todas as cores, não se esgotará, há que chegue para todos... afinal foram criados, perdão!, produzidos pr’aí uns 10 milhões...

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dezembro 06, 2003

Cozido à portuguesa

(versão 280aq - série "Salshity")
Porque de entre todos vós. De todos os mamíferos, diga-se! Por entre os destroços de todas as guerras e após o saque. Respiga-se e tudo envolto no segredo que só a travessa desvenda. Quais antepassados que remexem o solo boloteiro saciamo-nos com as diversas viandas e destas uma há que não se deixa persuadir pelo facilitismo da degustação. Oh meus ricos óinks assim tão prazenteiramente disfarçados. Pudera eu saciar-me assim com muitos outros, outros que parecem óinks mas não são. E da mesa comandaria o mundo.
(dedicado ao toninho pelos idos de Novembro, a 5)

Publicado por anjoturvélico em 06:11 PM | Comentários (0)

dezembro 02, 2003

Ser ou não ser Óink

(versão 273ap - série "Salshity")

A maior parte dos nossos eleitores ao responderem à Perguntóink (ali ao vosso lado direito)
equipararam os Óinks aos portugueses.
Como foi possível?

Publicado por anjoturvélico em 11:26 PM | Comentários (1)

dezembro 01, 2003

ABundÂnsia (o mito fundador IV)

(versão 261ao - série " Salshity")
Ano da graça de 1640 da era Óink.
Data da retomada de posse do território prometido: o Condado AbundÂnsialense. Lugar este com uma singular situação geográfica. No extremo norte (à direita) do rectângulo que lhes coube por sorte, os castróinks bragansileiros. Um dos berços da comezinha miséria que ainda hoje nos assola. Habituados a chafurdar na lamice em volta do petrificado régio... os Óinks, descendentes em linha mais ou menos recta dos porcos que habitavam os territórios outrora ocupados mas que continuam a venerar a boleteria de que se alimentam [independentes são os preços a praticar por quem nos comerá em 2004].

Publicado por anjoturvélico em 01:01 PM | Comentários (0)