Os até agora descrentes têm a partir de agora motivos mais do que suficientes para crer, acreditar que ainda é possível fazer a travessia.
Após todos estes dias – que no calendário oinkiano representa meses – eis-nos de volta! Impossibilitados que fomos, por forças que creio ocultas, de mostrar ao mundo o nosso ainda mais pocilguento, ressurgimos com redobrado entusiasmo para fazer da boloteria lusa o paraíso que todos almejam alcançar.
Óink!
(panfleto número 512)
O segundo Óink, também ele antepassado da imundície pocilguenta, foi o segundo a ser expulso do nobre paraíso. Ao ser talhado a partir do róseo primeiro óink, que assim era por ter chafurdado na lama que testemunhou o seu surgimento, logo se pôs a coscuvilhar sozinho (sem dar por isso, claro!)...
Da afadigada labuta motivada pela criação do acabamento do primeiro óink, sobreveio-lhes a fome que entenderam ser possível de satisfazer com uma costelinha assada na brasa... osso bem roidinho que saborosa é a sua carne. De chupar os dedos e clamar por mais... óink, óink...
E das bolotas? Maça por sobremesa...
(Republicação do início da sequela – génese b495)

"Todos somos iguais, mas há uns mais iguais do que outros"!
(Replagiado do baú dos Óinks – pocilga 481bl)