abril 25, 2004

ABundÂnsia (a terra dos Óinks II)

A terra dos Óinks – a exemplo das evoluções que pelo mundo grassam – também teve o seu dia da supressão do R.
E o Reino que outrora foi a terra óinkiana conheceu déspotas que o emporcalharam ainda mais e que ninguém ousa recordar. Para a posteridade os seus cognomes: A Badalhoca (a primeira régia porca); O Tripa Enfarinhada; O Azias (grande promotor das cantinas em espaço públicos); O Saladas de Leirióink (transformou o país numa horta, com umas árvorezitas de permeio); O Morcela; O Túbaros e O Formoso. O legado deste último: os desemporcalhadores Lânkoink.
Com esta herança a AbundÂnsia só podia ser escassa!
Óink! Óink!
(génese m656)
Publicado por anjoturvélico em 07:07 PM | Comentários (2)

abril 18, 2004

ABundÂnsia (a terra dos Óinks I)

Tem causado alguma celeuma as descrições fidedignas do mito fundador da pocilga que é (continua a ser) AbundÂnsia. Não querendo monopolizar a descrição do nosso passado histórico acedi recorrer à opinião sempre esclarecedora proporcionada pela consulta do Grande Livro dos Óinks.
Assim, e decalcando a transpirada síntese da primeira dinastia, a da bergonha como por certo sabeis, diz-nos o esclarecido “(...) que os reis sucediam-se uns aos outros desavergonhadamente. Quando um deles esticava o pernil (ó fumado saboroso), logo outro lhe sucedia com os seus roncos dinásticos”.
Ao primeiro rei Monkos I, de cognome O Porco (o alegre conquistador), seguiu-se o segundo filho do primeiro: Móinkancho I. Este foi um acérrimo defensor da procriação desbragada tendo ficado para a posteridade como O Suinifecundador (pois quis emporcalhar o reino). Saberá ele até que ponto foi bem sucedido?
Óink!
(Reproselitação com alterações ao início da sequela – génese l643)
Publicado por anjoturvélico em 08:41 PM | Comentários (1)

abril 15, 2004

O ½ Óinkinho

Após os 115 dias de gestação, e não 40 como consta nalgumas cartilhas pouco identificadas com a realidade porcina, o segundo Óink cumpre com a máxima crescei (e por isso chegam a pesar mais do que eu) e multiplicai-vos (com a ajuda do primeiro Óink, claro!).
Esta aparentemente simples operação aritmética não contempla os meios óinkinhos e os nadóinks-mortos. Com a proibição da prática abortiva e com a omissão contabilística dos que não sobreviviam, a reconstituição do percurso evolutivo dos nossos antepassados afigurou-se-nos durante muito tempo como uma tarefa impossível de realizar.
Mas com o advento da igualdade de direitos entre os porcos não só a trilogia maternidade-cobrição-gestação foi relegada para segundo plano, como a prevenção contra as doenças suínas transmissíveis, através da democratização do uso do desacópulóink, se assumem como verdadeiros testemunhos vivos o que permite concluir “(...) que na génese dessa evolução assume primordial importância o ½ Óink, o elo que julgávamos perdido”.
(Reproselitação com alterações ao início da sequela – génese k632)
Publicado por anjoturvélico em 11:22 PM | Comentários (2)

abril 12, 2004

ABundÂnsia (O passado proto-histórico)

Tem causado alguma celeuma as descrições fidedignas do mito fundador da pocilga que é AbundÂnsia: o território dos Óinks.
Em prol da verdade histórica recuo, por conseguinte, até ao passado proto-histórico abolindo o mito e socorrendo-me da mitologia que nos foi legada pelos clássicos gregóinks. Antes de citar essa fonte outra há que por ser o primeiro relato escrito importa ser transcrita: “[...] que na orla pocilguenta um navegador marselhóink garante ter visto formas roliças e róseas que se banqueteavam em grupo focinhando o chão... e que no extremo do que pareciam ser as suas cabeças despontava um apêndice espiralado”.
Quanto aos gregóinks explicam-nos que o “vento Zéfiróink fecundou, em certa região lusóink, certas róseas roliças quadrúpedes que por ali andavam pelo que os machos eram invulgarmente velozes.” O que explica o fenómeno migratório que aí se deu passado uns séculos.
Posto isto cumpre-me afirmar que AbundÂnsia já existia, era habitada e os seus primeiros ocupantes foram os Óinks.
(Reproselitação com alterações ao início da sequela – génese j623)
Publicado por anjoturvélico em 04:14 PM | Comentários (0)

abril 09, 2004

Mais Óinkinhos, 7 e 1/2!

Para além dos três óinkinhos, a que se já se aludiu, outros houve resultantes do original patacado. Regra geral um casal oinkiano desemporcalha-se 2 vezes por ano dando à luz 10 a 11 leitÓinks. Pelo que dos restantes 7 e meio não reza a história. Valha-nos Óinkibel, Óinkaím e Óinksete.
Após apurada investigação estou em condições de vos garantir que o primeiro Óink omitiu o facto da sua consorte ter recorrido à prática abortiva (está bem de ver que às escondidas do Censor-Mor) antes de ter sido oficialmente proclamada a expulsão do imundo pocilguento.
Votados ao esquecimento seriam futuramente recuperados mas travestidos de 7 anões... o outro meio é só fruto da estatística que a calculadora de Óinkaím, o futuro primeiro rei Móink, converteu em enchidos.
(Reproselitação felliniana com alterações ao início da sequela – génese i610)
Publicado por anjoturvélico em 03:14 PM | Comentários (1)

abril 01, 2004

Mentira verdadeira

(génese 607c)

A terra dos Óinks.

Publicado por anjoturvélico em 11:31 AM | Comentários (2)