janeiro 30, 2005

IlusÓink 2

Sob as ordens de nÓink - o messias da travessia - lá resolveram eleger o local que os receberia.
E porque se falou em travessia acharam por bem ir para o outro lado. E como para ir para o outro lado teriam que estar deste lado, o lado de cá, tiveram que demarcar os lados. E para a divisão física de ambos os lados? Um referendo...
Depois de referendada a questão optou-se por um curso de água - seria este o obstáculo ao início da diáspora oinkiana. Este nÓink não era nada dado a autocracias pelo que, depois de auscultar os candidatos, marcou uma data para a concretização da travessia (claro teve que consultar os horários dos transportes públicos usados neste tipo de situações...).
Conseguirão os Óinks passar para o outro lado?
(O grande livro dos Óinks - Interrupção voluntária do ser-se ba1288)
Publicado por anjoturvélico em 06:43 PM | Comentários (1)

janeiro 18, 2005

IlusÓink 1

Boas novas trouxeram o ano novo. Liberalizações no acesso ao agravamento generalizado dos pensamentos das imensas variedades de bolotas... Pela demanda em busca da terra prometida - o Parlamente (o imundo pocilguento que é a terra dos óinks, AbundÂnsia, é já demasiado exíguo para acolher tantos ilustres conterrâneos).
E por se terem assim auto-demitido, o candidato a novel messias (que havia colocado um anúncio nos classificados num jornal de grande circulação - o condutor da empresa de distribuição excede-se em exceder-se nos limites de velocidade impostos) pusera em marcha o grande projecto.
Êxodo!
Palavra de ordem propalada aos sete ventos e neste caso dirigida aos todos Óinks pelo messias da travessia. Travessia porque o objectivo é o de ir para o outro lado.
(O grande livro dos Óinks - Interrupção voluntária do ser-se az1261)
Publicado por anjoturvélico em 11:48 PM | Comentários (1)

janeiro 06, 2005

Ano o ao

O mesmo é dizer Ano zero antes dos Óinks.
Mas, ainda antes, muito antes... e nós arrepiadinhos de frio por não decorarmos a nossa rósea existência durante todos estes dois últimos mil anos a bem da verdade histórica. Despojado assim entre os lídimos representantes da humanidade, entre os jumentos e os bois desta vida, preteridos uma vez mais e sempre, para gáudio do homen, o suinicultor-mor (com agá minúsculo, claro!).
Verdadeiro arauto do anti-pró, deixando-se fenecer por mor de todos... todos? E nós os Óinks? Nem para acólitos, desculpa só para os viciados que expiam os pecados da gula consolando-se com partes dum todo: o mesmo de sempre, nunca pregado antes espetado...
(O grande livro dos Óinks - Era ay1239)
Publicado por anjoturvélico em 10:56 PM | Comentários (0)