Os livros na minha vida?
O Triunfo dos Porcos
de George Orwell
a despropósito do Dia Mundial do Livro
(série "artes" - versão 2000f)
Publicado por anjoturvélico em
07:22 PM
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Mais Óinkinhos, um!

É o terceiro mas ficou para a posteridade como ÓinkSete. Não há registos sobre a restante leitoada (o efectivo terceiro e do quarto ao sexto bácorÓinkinho).
A sua efémera existência - a esperança de vida no dealbar do mundo pocilguento não era de todo comparável à dos nossos dias, não trazia tantas complicações à segurança social e aos demais cálculos... mas estes nunca se reformam. Nem as indemnizações! O pior mesmo foi quando este bácorÓink se apatanhou com uma calculadora: grunhindo de satisfação pela posse de tão temível instrumento do poder, logo assumiu a responsabilidade das pfinanças (ah ganda UBU) do condado AbundÂnsialense.
E o pequeno Óinkinho decorou a sua pocilgazinha com outros tantos afazeres: o arquétipo do monumento ao futuro do porco. Ainda bem que nada sabemos do que resta da prole... grunhiram muito, confundindo o trabalho doutrém.
(Re-republicação do início da sequela a partir do diário do filho da lavadeira - génese cb1990)
Publicado por anjoturvélico em
12:12 AM
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O condado ABundÂnsialense (o mito fundador II)
Ano da desgraça de 1143 da era Óink.
Data da tomada de posse do território prometido: o Condado AbundÂnsialense. Lugar este com uma singular situação geográfica. No extremo norte do rectângulo que lhes coube por sorte, os castróinks. Sem castro nem piedade! Berço da comezinha miséria que ainda nos assola.
Habituados a chafurdar na lamice em volta da estátua erigida em homenagem ao petrificado... os Óinks, descendentes em linha mais ou menos recta dos porcos que habitavam os castróinks, continuam até aos dias de hoje a venerar o calhau estagnado. Daí que a primeira dinastióink tenha ficado para a história como sendo a da Bergonha. (Nota do escriba: trocava-se naquela altura o bê pelo vê, o que ainda acontece mas com quase todas as letras e alguns predicados)
No extremo sul e mais acima um bocadinho, os chaparróinks que depois da ocupação muçulmana, que infelizmente já era, foram rebaptizados: Móinks, eis a novel raça dos quadrúpedes boloteiros que se distinguem dos seus aparentados nortenhos por não terem vergonha absolutamente nenhuma. Dela emergiu a lavadeira DOP! (de, entenda-se, Denominação de Origem Protegida)...
(Re-republicação do início da sequela a partir do diário do filho da lavadeira - génese ca1972)
Publicado por anjoturvélico em
12:06 AM
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