O condado ABundÂnsialense (o mito fundador IV)

Ano da graça de 1640 da era Óink. A Ânsia da Bunda em ser condado...
Data da retomada de posse do território prometido: o Condado AbundÂnsialense. Lugar este com uma singular situação geográfica. No extremo norte (à direita) do rectângulo que lhes coube por sorte, os castróinks bragansileiros. Um dos berços da comezinha miséria que ainda hoje nos assola. Habituados a chafurdar na lamice em volta do petrificado régio... os Óinks, descendentes em linha mais ou menos recta dos porcos que habitavam os territórios outrora ocupados mas que continuam a venerar a boleteria de que se alimentam [independentes são os preços a praticar por quem nos comerá em 2006].
Aos moncos! Aos moncos!
Isto é mais lá para o extremo sul...
(Re-republicação do início da sequela a partir do diário do filho da lavadeira - génese cd2068)
Publicado por anjoturvélico em
10:34 PM
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O condado ABundÂnsialense (o mito fundador III)
O verdadeiro sufragista auto-nomeou-se para a régia tarefa. O primeiro rei Móink, de seu nome Monkos I (cognome O gandaPorco), recordado ainda hoje pela descendência lusÓink é o protótipo do nosso empresário.
Valente e bravo por ser capaz de roncar até à exaustão criou a indústria de lenços de papel vendidos em pacotes de meia dúzia.
E a sua propensão para a inovação não se ficou pela invenção do estanca-moinkos. A muito promissora indústria de enchidos teve aqui a sua génese: na tentativa de monopolizar todos os meios de produção optou por... assassinar Óinksete, o modelo de virtudes que era o seu irmão mais novo.
Para abafar literalmente a constipada concorrência...
A toda a AbundÂnsia fez saber que era senhor e único representante porcino daquele território enviando-lhes partes de seu irmão. E este, enquanto brandia triunfalmente a base de dados que trazia sempre na mão, recebia louvores...
Adivinham-se novas formas de expedição da constipada propensão para a lavagem de lenços de papel. E a lavadeira? Que faz ela no meio disto tudo, lembrando-se agora do que sempre se esqueceu? Que os lenços de papel não se lavam...Que será dos moncos?
(Re-republicação do início da sequela a partir do diário do filho da lavadeira - génese cc2055)
Publicado por anjoturvélico em
11:14 PM
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