dezembro 27, 2005

Os dois Óinks

Continuação da vera história desevolucionista relatada pelo imundo repórter Olibério Piloso. Directamente dum tanque de lavar arqueológico. É desta lavagem que os Óinks não se alimentam! Mas ele há outros que...
Os dois primeiros Óinks, acérrimos defensores da prática naturalista, passeiam-se muito e roncam cada vez menos. Do muito que já fora feito pouco ou nada sobra. Limitam-se a desfrutar da fartura existente e quando focinham à procura de alimento não olham os céus demoradamente.
Não percebem que ao chafurdar na lama invocam inconscientemente a obra do suinicultor... e muito menos da razão da sua rósea existência. Ainda menos do correio proto-electrónico à entrada do caminho que haviam percorrido... Da pasta de receber e enviar que os reteve durante dias. Puseram-se a adorá-la, entreolhando-se enquanto monologavam. E da portagem que tiveram que franquear para ter acesso ao pomar de honra?
Óink, óink!
Pela via da maçã verde que é mais rápido! Oh fruto pecaminoso, que mandamento guardas em segredo?
- São Boas as Festas que o Novo Ano reserva aos descendentes dos Óinks.

( Re-republicação do início da sequela a partir do diário do filho da lavadeira - génese bv1859)

Publicado por anjoturvélico em dezembro 27, 2005 01:25 AM
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